O semestre virou, e a conta pode chegar mais pesada do que o esperado

Se você é empresário de uma pequena ou média empresa, provavelmente já sentiu aquele aperto no meio do ano. As vendas podem até ter ido bem, mas quando o contador abre o relatório de impostos, o susto é grande. A verdade é que muitos negócios deixam para pensar em planejamento tributário só em novembro, quando já é tarde para ajustar a rota sem pagar multa ou perder dinheiro. O segundo semestre é curto, cheio de datas comemorativas e prazos fiscais. Revisar agora pode significar economia real no caixa.

O regime tributário certo para o seu faturamento atual

Muita gente acha que o Simples Nacional é sempre a melhor opção. Não é verdade. Conforme a empresa cresce, a alíquota efetiva pode ficar mais cara do que no Lucro Presumido ou até no Lucro Real. O segundo semestre é o momento ideal para simular: se a sua receita dos últimos 12 meses passou de R$ 4,8 milhões, você já está fora do Simples. Mas mesmo quem fatura menos pode se beneficiar de uma migração.

Exemplo prático: uma pequena indústria de móveis em Fortaleza faturou R$ 300 mil no primeiro semestre. Pelo Simples, a alíquota era de 11,2%. Ao simular o Lucro Presumido, descobriu que pagaria 9,5% sobre a mesma receita. A diferença de R$ 5.100 em seis meses pagou uma nova máquina. Revisar agora evita pagar a mais até dezembro.

Créditos tributários que você pode estar esquecendo

Não é só de imposto a pagar que vive o planejamento. Muitas PMEs têm direito a créditos que simplesmente não são aproveitados. No Lucro Real, por exemplo, é possível se creditar de PIS e COFINS sobre aluguéis, energia elétrica, frete e até embalagens. Já no Simples, há empresas que podem se beneficiar do ressarcimento de créditos de IPI ou ICMS, dependendo da atividade.

Um caso comum: uma distribuidora de alimentos em Fortaleza pagava R$ 12 mil por mês de PIS/COFINS sem nunca ter pedido o crédito sobre o frete das mercadorias. Quando revisamos, descobrimos R$ 8 mil mensais de crédito acumulado nos últimos 12 meses. Isso deu um fôlego de R$ 96 mil no caixa. Para o segundo semestre, revisar notas fiscais de entrada e saída pode revelar valores que estavam “dormindo”.

Antecipação de despesas e provisões: a estratégia que alivia o fluxo

O segundo semembro tem datas que pressionam o caixa: 13º salário, férias, compras para o fim de ano. Mas a legislação permite que você antecipe algumas despesas para reduzir a base de cálculo do IRPJ e CSLL. No Lucro Real trimestral, por exemplo, você pode provisionar o 13º salário proporcional em setembro e deduzir no balanço. Parece simples, mas poucas empresas fazem isso.

Outra dica: se você tem prejuízo fiscal de períodos anteriores, pode compensar até 30% do lucro real de cada trimestre. Isso reduz o imposto devido de forma imediata. Uma empresa de serviços de TI que teve prejuízo em 2023, mas lucrou R$ 200 mil no primeiro semestre de 2024, conseguiu reduzir o IRPJ em R$ 18 mil usando a compensação. Revisar agora significa não perder esse direito.

Como a Controlpax pode ajudar

Na Controlpax Contabilidade & Gestão, a gente não entrega só guia de imposto. Ajudamos empresários de Fortaleza a enxergar oportunidades que o dia a dia esconde. Revisamos regime tributário, identificamos créditos esquecidos e montamos uma estratégia para o segundo semestre que cabe no seu fluxo de caixa. Sem jargão, sem surpresas. Com experiência de quem atende PMEs há mais de 30 anos.

Se você quer saber se está pagando mais do que deveria, comece com um passo simples: faça o Diagnóstico Gratuito de Meio de Ano da Controlpax. É uma análise rápida, sem compromisso, que mostra onde sua empresa pode economizar. Clique no link e descubra antes que o relógio do fisco feche o ano para você.

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